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14 de fevereiro de 2011

Não falem mal de mim

É interessante como a dafra faz de tudo para que não falem mal dela, exceto é claro respeitar o consumidor.
Este vídeo, que confesso ter me identificado e mesmo assim achei engraçado, já foi tirado do ar em diversos lugares.





Eu havia pego este vídeo do blog http://kansas150.blogspot.com/, arrancaram o vídeo de lá, mas eu achei outra fonte.
Sempre vai existir outra fonte, não há o que fazer, é igual aquele filme da Xuxa.
Dafra, não adianta calar as pessoas, mude para que as pessoas falem bem da marca.
Não falo mal da Dafra de maneira alguma, apenas falo a verdade e a verdade é a Dafra que escreve.
Não adianta colocar o código de defesa do consumidor em cima do balcão para tentar se colocar numa situação de respeito enquanto o atendente ignorar uma reclamação dizendo que a moto não liga pq não gosta do proprietário.
Quer um exemplo de por que falam mal?
Olha aí:


Eu sempre encontro gente que teve garantia negada em algo que não é desgaste, será que todo mundo tem que ir ao Procon como eu fui?
Quando não existir mais relatos de garantia negada, de problemas recorrentes, de enrolação, de serviço mal feito, de a moto ir pra revisão boa e sair ruim, de blá blá blá, disso e daquilo, não precisarão mais tirar sátiras do ar, simplesmente por que ninguém vai fazer.

20 de junho de 2010

Kansas voltando para casa

Bom, vamos a mais um capítulo do caso compre uma Kansas e ganhe um problema.

Como disse no outro post, o negócio ficou no PROCON.

Na audiência eu questionei a possibilidade de ter meu dinheiro de volta, mas o processo demoraria, então depois de rebater um monte de argumentos da Supervisora do pós venda da Dafra e de esfregar na cara dela que ninguém me deu uma solução plausível e nem mesmo um prazo máximo (somente prazo mínimo) para resolver o problema, ficou acordado que todas as partes enferrujadas seriam trocadas. Pedi uma garantia de que o quadro seria realmente trocado, o cara do PROCON achou exagero da minha parte, mas se eu estava no PROCON é sinal de que a empresa não é de confiança, óbvio não é?

No dia seguinte fui à concessionária e achei além das peças enferrujadas e marcadas, o pára-lama dianteiro trincado. Achei meio que sem querer, pois eu não levei a moto assim para lá, foi sorte de bater o olho e achar mesmo. Depois dessa eu revirei a moto toda.

No fim ainda me pediram para voltar no dia seguinte, pois iriam serrar o quadro e queriam que eu visse as duas partes separadas, e assim foi feito. Todas as peças enferrujadas ou danificadas foram trocadas (quadro, pedal da marcha, os dois pára-lamas etc) e dentro do prazo de 30 dias que foi estipulado no PROCON. A supervisora queria me entregar a moto pessoalmente, mas quando fui buscar me informaram que ela estava na loja do Tucuruvi.

Segundo o mecânico, os problemas elétricos haviam sido resolvidos e teria ainda feito limpeza e regulagem no motor.

Vejam só como é a política de qualidade e atendimento da empresa. Primeiro você briga, xinga, reclama, passa nervoso, daí fica sem o que você comprou durante meses e só depois de uma audiência no PROCON é que fazem o que já deveria ter sido feito logo no começo.

Pois é, quase tudo, a moto funcionou por pouco tempo depois que saí da concessionária, mas, do nada apagou e não ligava mais. Depois ela ligou, fui até em casa e daí ela deu um baita trabalho para ligar.

Fiz a moto funcionar e levei para o Tucuruvi, onde por sorte, falei antes de qualquer coisa com uma pessoa da loja que não sabia do caso, ele pediu para o mecânico olhar, e este falou que o motor estava desregulado, que tinha sujeira saindo do escapamento e ainda havia problemas elétricos.

Fiz a OS para o cara verificar e fui conversar com a Supervisora, que nesse momento já havia chegado a loja.

Eu até que fui civilizado e joguei a real pra ela, no centro de Guarulhos não fizeram nada pelo motor da moto, não há a menor condição de levar a moto lá para arrumar e o atendimento nunca busca solução, sempre se tenta jogar a culpa em outra coisa, um exemplo de que não é só comigo, é que no dia seguinte da audiência no PROCON eu presenciei o mecânico negando que uma Speed estivesse com problema dizendo que era o combustível, mesmo a dona da moto dando ênfase para o fato de ter tido que pagar para levar a moto lá, por fim, outro cara resolveu olhar direito a moto e achou um problema elétrico (vejo que problema elétrico é uma constante com Dafra), se isso acontece repetidas vezes na concessionária a culpa não é só do mecânico, mas também de quem está acima dele, botando a cara a tapa sem cobrar o mínimo de bom senso e profissionalismo dele, espero que ela tome jeito e mande aquele cara embora, ou que a Dafra veja que ela não manda fdp que não trabalha pra rua e mande logo os dois.

O resultado é que o motor foi resolvido mesmo no Tucuruvi.

Uma coisa que percebi depois de todo o serviço feito, é que faltavam dois itens na moto logo no começo e que eu nem sabia que faltava:

Na tampa do filtro de ar, o parafuso era encaixado numa borracha, hoje eu fui abrir e vi que agora existe uma porca, coisa que não tinha.

Outra coisa que não tinha que eu achava que era mal feito daquele jeito mesmo, era o local das ferramentas. As ferramentas ficavam apoiadas na tampa e só, agora tem uma cinta de borracha (que é F0d4 de tirar) para segura-las.

Hoje ela ainda dá um trabalhinho para ligar de manhã e a noite no trabalho quando está muito frio, mas depois que liga ela funciona bem. Voltei a pensar em mexer num monte de coisas nela, pois eu já tinha até desanimado. Inclusive postei o antes e depois do farol dela no tópico de lâmpadas:

4 de maio de 2010

Audiência

Hoje é minha audiência no PROCON.

Papelada em mãos, vou tomar um suco de maracujá e deixar a chave de roda em casa para não agredir ninguém.
Estou ansioso, mas não otimista, afinal, estamos no Brasil, terra dos impostos, do mensalão, do dinheiro na cueca e da eleição em ano de copa do Mundo. Terra onde o escapismo vence o interesse sobre tudo e onde o discurso substitui as atitudes.
Assim que eu tiver uma nova posição eu postarei aqui.

10 de fevereiro de 2010

Curioso, não?

Enquanto escrevia o post passado, vi que o vídeo da sátira do comercial foi retirado do ar por reivindicação de direitos autorais.
Que coisa, o comercial oficial continua no youtube, será que a sátira foi feita por eles e o comercial original não?
Curioso, não?

9 de fevereiro de 2010

Em mais um capítulo da novela “Kansas enferrujada”

Em mais um capítulo da novela “Kansas enferrujada”, me ligaram da concessionária e me fizeram uma proposta que de tão ridícula chega a ser ofensiva.

Pediram que eu fosse à loja assinar um documento onde eu ficaria ciente de que eles iriam demorar no mínimo 30 dias para fazer a troca do quadro enferrujado.

A primeira OS em que eu reclamei desse defeito foi no primeiro dia útil do ano, até agora a única coisa que a Dafra de Guarulhos fez foi propor que eu tome o maior chá de cadeira enquanto eles enviam o quadro para a fábrica, onde supostamente um quadro novo levaria a numeração daquele quadro.

Agora vamos raciocinar juntos:
Se até o momento a empresa tomou atitudes que não resolveram os problemas e inclusive em alguns processos houve ações de ocultação de defeito, como a tampa lateral encaixada de forma que escondia o esfolado, por que agora com um atestado de otário existiria alguma solução. Quem me garante que o quadro seria realmente trocado e não somente repintado?

Daí se a ferrugem voltar no futuro e comprometer a minha segurança, uma vez que ela está atrás de uma solda, o problema já passou a ser meu.

O pior é que mesmo tendo ciência (já que eu dei a ela um impresso da lei) de que a Lei 8078 me dá direito a uma moto nova ou ao meu dinheiro de volta, a gerente disse que não vai trocar a moto e nem me devolver o dinheiro.




Segue trecho da lei:

Art. 18. Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com a indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas.
        § 1° Não sendo o vício sanado no prazo máximo de trinta dias, pode o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:
        I - a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso;
        II - a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos;
        III - o abatimento proporcional do preço.


Como eu já previa que não respeitariam a lei, no caminho da concessionária eu passei pelo PROCON e marquei uma audiência, a merda é que será só em maio.

Um dos problemas reclamados teve cinco respostas dentro da mesma concessionária.

1º Dizer que é assim mesmo.
2º Pintar sobre a ferrugem.
3º Negar que o quadro estava enferrujado.
4º Pintar novamente sobre a ferrugem.
5º Pedir para eu assinar um documento dando mais no mínimo 30 dias.


Isso sem contar o velocímetro que mesmo marcando errado, insistem que está certo e o motor, que tem peça defeituosa e até agora só regularam e regularam e nada de trocar a peça, eu quase morri quando aquela merda apagou no meio da Dutra.

Pra resumir toda a situação, tenho duas palavras:

Decepção e revolta.

É exatamente assim que o meu caso está sendo tratado:




Vídeo roubado descaradamente do blog http://kansas150.blogspot.com/
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Atualização 13/02/11:
Arrancaram o vídeo do blog da Kansas, mas eu achei outra fonte.
Sempre vai existir outra fonte, não há o que fazer.
Dafra, não adianta calar as pessoas, mude para que as pessoas falem bem da marca.
Não falo mal da Dafra de maneira alguma, apenas falo a verdade.

23 de janeiro de 2010

Dia de foder alguns cus








Hoje fui à concessionária levar a papelada para o pessoal. Imprimi as fotos, fiz um relatório do péssimo atendimento recebido até o momento e entreguei tudo para eles.
Estava eu zerando o tanque da Kassandra antes de levá-la (talvez para nunca mais voltar) para a concessionária quando olho para a tampa lateral esquerda.
Quem eu encontro lá¿
Nosso amigo parafuso do para lamas!
Vejam só:

Meu, como o cara foi filho da puta!
Desde o início o pessoal da mecânica está agindo de má fé em relação a essa moto, agora mais isso.
Um parafuso é coisa muito barata para ser tratada assim.
Porra, vou começar a comprar os parafuso e pedir para o cara trocar, já que fará falta para eles um simples parafuso.
O cara tinha dois possíveis substitutos para o tal parafuso, tanto que eu ia tirar a parte de trás do banco para conferir, mas nem precisei. Quando eu falei para a menina da O.S. que o cara tinha feito pilantragem ele veio de intrometer. Só usei um argumento: Se o parafuso da tampa não precisa de aperto (e não tem nem como) por que raios o tal parafuso tinha marca de aperto? O cara insistiu que o parafuso que enferrujou e isso e aquilo. Disse um “ta bom” bem sarcástico e dei as costas pra ele. Daí pra frente a conversa foi com a supervisora dele.
Expliquei tudo para ela e sem querer eu descobri que a vendedora que me entregou a moto também tem parte de culpa nisso.
Segundo a mina da O.S. os vendedores são responsáveis por limpar a moto antes de entregar.
Vejam só que legal, fodi a vendedora.
Por essa ela não esperava hein.
A partir de segunda serão dez dias úteis para resolverem o problema.
Eu DUVIDO que resolvam algo, DUVIDO!
A supervisora disse estava prevendo entregar a moto na semana seguinte, ou seja, ela não pretende nem de longe trocar o quadro e o balanço, provavelmente isso vale também para o tanque.
O engraçado é que o meu dinheiro não estava enferrujado nem remendado, por que raios passa pela cabeça desses imbecis que eu vou aceitar uma moto nessas condições.
Eu pirei em pilotar a Kansas, a acho super confortável e já tinha um monte de planos de mexer nisso, naquilo... mas porra meu, era pra eu ter já ter andado mais de 1000 km e até hoje chegou a 600 e pouco (no odômetro mentiroso dela é claro), não andei uma semana com ela sem dar problema... Tá difícil assim, se me devolverem a grana, o que se rolar vai dar canseira, não vou comprar outra Kansas nem fodendo.
A supervisora me garantiu que meus problemas seriam resolvidos e demonstrou estar puta da vida com as cagadas ocorridas.
Fácil ou difícil farei valer meu direito garantido por lei.
Quem mexe no meu bolso é automaticamente meu inimigo.

21 de janeiro de 2010

Procon

Hoje fui ao PROCON para “botar no Tobias” da concessionária da Dafra.
Logo de cara eu pensei “o que caraio estou fazendo aqui”?
Fui atendido por um tiozinho que falava mais baixo que tudo, cheirava mal e andava com aquele típico visual de botequeiro aposentado, camisa social amarela aberta e uma velocidade incrível. Apesar de tudo, o cara me tratou super bem, me orientou sobre como proceder e até me deu a letra de onde eu encontraria fotocópias por perto.
Era uma Lan House bacaninha em cima de um sacolão em frente à praça da saudade, o lugar tem ar condicionado e o caraio a quatro. Enquanto o cara fazia as cópias entram duas mulheres para fazer cadastro, ambas de Arujá, o lugar que mais me motiva a ter uma moto, pois transporte público é uma lenda lá, aliás, qualquer coisa útil para o povo é lenda lá, por outro lado algum idiota se preocupou em criar uma lei que proíbe a existência de Motéis na cidade. Ow cabecinha atrasada...  Enfim, além das mulheres morarem no lugar onde procuro ficar o menor tempo possível além do meu turno de trabalho, ainda tiveram que soletrar o nome, nessa hora pensei: “Pobre que é pobre tem que soletrar o nome, senão é classe média”. Então lembrei que normalmente tenho que soletrar o meu pelos detalhes, com v e não com w, ViniciUs e não ViniciOs (nesse último graças à burrice de alguns) Melo com um l só e por aí vai.
Enfim, estou com toda a papelada na mão, agora é ir pra porrada.
Sábado vou remover alguns dentes por lá.
Até mais amiguinhos.

3 de janeiro de 2010

LEI Nº 8.078, DE 11 DE SETEMBRO DE 1990

Imprimi e coloquei na mochila a Lei Nº 8.078 para o caso de alguém tentar negar meu direito de consumidor.
Segue link:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8078.htm