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17 de julho de 2015

Relê de Partida Kansas 150


Olá meus amigos 

Venho hoje mostrar a vocês, mais uma peça "paralela/compatível/genérica/mutante/compartilhada/etc e tal" para a Kansas 150. 

Trata-se do relê de partida, da CBX 200/ XR200. 

Abaixo as fotos das duas peças para comparação. 






Notem que o relê original está completamente oxidado, mas por incrível que pareça, ainda funciona, o que apresentou problemas foi o componente que fica no topo da peça e faz a ponte entre a entrada da energia, suporta o fusível e conecta a eletricidade com o resto da moto.
Mais um item que pode ser danificado caso você tenha a brilhante ideia de ligar um par de faróis auxiliares na fiação principal da moto. 

Neste caso, acredito que o que levou essa peça para o além tenha sido a infiltração de água na parte elétrica dela, algo que acontece através do banco. 

Até seria possível consertar o relê original, mas cá pra nós, seria muito trabalho para uma peça já deteriorada, que poderia me deixar na mão novamente e que custa menos de 30 reais.






13 de maio de 2015

Philips X-treme Vision

Olá meus amigos!

Há algum tempo queria comprar a lâmpada X-treme Vision da Philips, que promete aumentar o alcance da iluminação em 100%.

Enrola daqui, enrola de lá, o farol original já é bom o suficiente, mas resolvi arriscar.

Procurei por tudo quanto é canto e não encontrei a lâmpada específica para moto, apenas a para carros, que tem menor resistência contra vibração.

Comprei de uns Alencares e até que chegou rápido, instalei no estacionamento do trampo e por isso cada foto saiu numa posição, afinal, cada uma foi tirada em um dia diferente:


Gostei do resultado, mas já adianto que não vejo necessidade dela para quem roda a maior parte do tempo na cidade.

Eu noto a diferença dela em vias sem iluminação ou em trechos escuros da rodovia quando não tem outros faróis acompanhando, ou no reflexo dele nos carros da frente, realmente ilumina mais, não sei dizer se o ganho é de realmente 100%, mas ilumina sim.

Até fiz piada que o ganho de iluminação é por conta da pronta refletiva, e que o resto é só papo furado pra justificar o preço.


Com este pequeno ganho, tenho um incômodo maior quanto ao reflexo do meu farol nos carros da frente, daí fico pensando em como aqueles dispositivos compensadores de PP, vulgo “Chinon” devem incomodar nessas horas.


Tentei fazer algumas filmagens comparativas, mas minha Go Pobre não ajudou, a diferença foi tão sutil diante das lentes dela, que deixei pra lá.

O ponto negativo para o modelo, é que só existe
H4 para motos na versão 55/60W, o que deixa a maior parte das motoquinhas de fora, sendo que são elas que mais necessitam de um adicional na luz.

29 de dezembro de 2014

Bloco óptico de CG 82 na Kansas 150

Olá meus amigos

Hoje mostrarei a vocês mais uma peça paralela, ainda não validei a qualidade da iluminação, mas pelo preço que paguei, até aceito que fique ruim.

Pelo menos bonito ficou.

Para colocar ele aí, precisei limar um pouco do aro, deu um pouco de trabalho, mas está aí.

Outra coisa que adaptei, foi a luz da lanterna, que não tem furação, como fica vidro para dentro do aro, coloquei uma fita de led lá dentro e o resultado foi satisfatório.


Aqui alguns testes iniciais, não dá pra comparar com as fotos antigas, pois fiz do ângulo contrário do quintal, também não foi ajustada, é apenas uma pra ter uma noção.

E quanto paguei pela peça?

Quatro reais e sessenta centavos.


Se ainda restam dúvidas do motivo pelo qual eu não compro quase nenhuma peça na concessionária, tente adquirir este bloco original em uma.

26 de maio de 2014

Relê Compatível para Mirage 250

Olá meus amigos!

Vamos a mais um item compatível para a Mirage 250, que tive conhecimento graças ao Pro Pardal no grupo Kasinski Mirage GV 250 Ass Técnica.

Trata-se do Relê DNI 8114, que pode substituir o relê da bomba de combustível, geral ou do Farol.





O preço dele não é muito convidativo, pois é um item que atende a Veículos da Honda e Mitsubishi, fazendo com que ele custe até 3 vezes mais que um Relê de uso geral, que tenha junto a função N.F. (este é somente N.A.) e até mesmo que suporte corrente maior.

Também é fisicamente menor que o original da Mirage, obrigando a dar um jeitinho (com borracha e fita isolante) para que ele fique no lugar do original.

Em hipótese alguma inverta a borracha onde ele fica alojado, pois caso entre água, fará com que a peça fique submersa.

13 de maio de 2014

Tonella - Uso Básico do Multímetro

Olá meus amigos.

No último post eu comentei sobre algumas fontes de informação que tive para aprender fazer algumas manutenções básicas na minha moto, dentre uma delas, citei o vídeo do Tonella regulando o fusca dele.

Eu já havia falado dele antes, sou fã de seus vídeos, acho esse tipo de iniciativa muito bacana e gostaria de rotear 3 vídeos dele que considero muito importantes para quem gosta de mexer na moto nos tempos atuais.

Não tem como fugir, hoje em dia entender sobre esse bichinho chamado eletricidade é essencial.


19 de dezembro de 2013

5 de dezembro de 2013

Mau contato Miolo Mirage 250

Tive um problema com o miolo da ignição da Mirage, algo que não me fez parar na rua, nem ficar preso no trampo ou coisa do tipo, mas que às vezes enchia o saco. 

Algumas vezes virava a chave e a moto não ligava, eu recuava um pouco e tudo funcionava perfeitamente bem. 

Vi isso acontecer também em uma Roadwin, sendo ambas coreanas, pode ser que essa dica sirva para ela também. 

Desmontei e notei que havia uma meleca semelhante à graxa dentro da peça, limpei tudo e observei que o miolo tem um contato normalmente aberto e outro normalmente fechado, ou seja, quando você desliga a moto, você fecha o outro contato e quando liga você abre esse contato. 

Mas para que serve esse contato? 

Pra nada.

Inicialmente achei que não havia fio nele, mas ao retirar a fita isolante eu vi que sim, porém, não existe fio equivalente na fiação principal. Talvez algum alarme pudesse ser acionado por esses contatos, mas sinceramente, seria muito óbvio.

O que isso significa? 

Significa que se por algum motivo os contatos usados para ligar a moto estragarem e o lado oposto estiver bom, você só precisa desencaixar a peça, girar 180 graus e encaixar novamente.

3 de dezembro de 2013

Piscas em Led no Mata Cachorro da Intruder

Olá meus amigos! 

Uma das grandes preocupações de motociclistas é ser visto no trânsito e uma coisa bacana para ajudar a ser visto são os LEDs. 

Recentemente instalamos uma fita de LED dentro do farol da Intruder (e depois fiz o mesmo com a Kansas). 

Mas ainda queríamos fazer algo que ajudasse a ser visto de lado, muitas vezes quando se está lado a lado com um carro, o motorista não consegue ver que você está dando seta. Por isso instalamos uma fita de LED para sinalização:

2 de dezembro de 2013

Conjunto óptico Yes 125 x Aro Mirage

Olá meus amigos.

Infelizmente uma peça que não dá certo na Mirage 250 2011.

Além do tamanho, não tem onde parafusar, logo, qualquer globo a ser adaptado neste modelo precisará da criação dos pontos de fixação, nada demais, só pra constar que além do tamanho, será necessário inventar uma fixação no corpo e outra no aro.

Se um dia quebrar o meu, troco é tudo de uma vez por um modelo duplo, tipo a Rocket III ou a Fat Bob.


21 de novembro de 2013

Lâmpada de 55/60W na Kansas 150.

Olá meus amigos

A gambiarra de hoje é a instalação da lâmpada de 55/60W na Kansas 150.

Antes de continuar, gostaria de lembrar que eu estou usando um globo óptico de um farol auxiliar para “off roads“ e devido ao peso e do corpo do farol original ter rachado mesmo com o globo de plástico, eu reforcei tudo com durepoxy. Além disso, ainda troquei a lanterna comum por uma fita de LEDs, que chamam bastante a atenção a noite. Inclusive a capa do vídeo lá para baixo é uma foto tirada apenas com a fita de LED ligada. 
Já li relatos de uso de lâmpadas mais fortes no globo original que resultaram na perda do refletivo.

O material utilizado foi:
  • Soldador
  • Estanho
  • Um cabo AC de PC
  • Um par de conectores
  • Um porta fusível
  • Fusível de 10A (não parece, mas está no limite, pois quando se usa o lampejador com o farol baixo ligado, o consumo fica em aproximadamente 9,6A)
  • Um conector H4 (usei o de CB300, pois foi o primeiro que encontraram na Moto Peças)
  • Fita isolante.
  • Relês tirados de um estabilizador elétrico sucateado. 
O esquema elétrico de como a coisa funciona é mais ou menos o seguinte:

Aqui um esquema mais simplificado e direto, só deixei os relês em símbolo, pois os relês vieram da sucata e não sei qual relê você pode ter na mão:
Lembrando que são os componentes eletrônicos puros, não os relês auxiliares encontrados no mercado automotivo.

O resultado foi este:
Lanterna
Farol baixo
Farol Alto

O legal é ouvir o “click” do relê colando :D

Um resultado que não esperava, é que quando ligava o farol antigamente, a luz do painel enfraquecia, hoje não há mais este problema.

Se quiser fazer isso, faça por sua conta e risco, procure fazer as ligações de forma reversível.

Se tiver outro fusível com uma certa folga de capacidade nas mãos, seria interessante utilizá-lo, pois o calor pode fazer a resistência variar, junto com ela, a corrente.

20 de novembro de 2013

Tudo pronto, basta encaixar a proteção do cabo e tomar no brioco ¬¬

Olá meus amigos!

Sabe quando você vai fazer um serviço, tudo corre bem, sem stress e no último passo a merda acontece?

Foi exatamente isso que aconteceu quando inventei de colocar uma fiação direta para o farol da Kassandra.

Todo o serviço foi fácil de executar, mas quando fui encaixar a capa do cabo positivo deu nisso:
PQP! Acho que tenho tomado muito Biotônico, o negócio quebrou com tanta facilidade que nem mesmo percebi que estava quebrando a peça.
Por sorte eu tinha em casa conectores que servem nesse cabo, embora sejam de apertar, preferi soldar, pois sou chato com essas coisas. Mais vale ter trabalho soldando essas coisas agora que uma pane elétrica no futuro.

Uma carta na manga que eu recomendo, mesmo na estrada daria pra resolver usando um alicate.

3 de junho de 2013

Farol da Intruder 125 + LEDs.


O farol da Intruder já estava judiado e já estava perigoso rodar com ela dessa forma, o refletivo estava oxidado e o fato de ser selado, dificulta um bocado a limpeza da lente.
Deixamos um passeio de lado e fomos à caça de um globo novo, roda daqui, roda dali e encontramos um original por setenta pratas, mas não tinha a pronta entrega, rodamos mais e encontramos por cinquenta mangos, vinte reais menos caro que na loja anterior, mas beleza, peça original custa caro mesmo.

Aproveitamos e colocamos Led também, compramos um metro de fita que deu e sobrou, acabará sendo usado na lanterna como complemente e contingência da lâmpada traseira.

O led não tem um poder de iluminação muito bom, porém, ele é um ótimo sinalizador, com pouco consumo pode ser visto de longe e era essa a ideia, sinalizar para ser melhor visto no trânsito.

Aqui algumas etapas da montagem dos LEDs, vacilei ao não ter substituído o fio por um transparente que chamaria menos a atenção, mas agora já está colado.

Aqui as imagens do resultado, infelizmente não havia fotografado o antes.
LanternaFarol BaixoFarol Alto

Em um passado não tão distante, havia discutido no forumais sobre substituir o globo da Kansas 150 pelo da Intruder, algo que poderia ser prejudicial ao corpo do farol devido ao peso da lente que é de vidro, porém, este novo globo é bem leve, e embora pareça muito com vidro, não é.

Então temos uma peça a mais compatível com a Kansas, bastando gastar um pouco o aro para que este globo encaixe, basicamente o mesmo procedimento que seria utilizado para adaptar o globo da brasília.

As imagens foram feitas utilizando uma Philips Crystal Vision, lâmpada que eu já havia comentado em outro post.

2 de junho de 2013

Relê do pisca Mirage 250

Conforme havia comentado nos comentários do outro post, durante a caça ao problema elétrico que ocorreu em minha moto, um dos itens que mexi foi o Relê do pisca.
 
Pois bem, descobri uma coisa interessante, banal, mas interessante.

O pisca pode ser aberto, não é resinado como muitos componentes são por aí.

Ele tem a tampa encaixada, exatamente como vi há muitos anos num relê de fusca, o primeiro que tive oportunidade e ver desmontado quando era moleque.

O defeito dele?

Havia quebrado uma solda num resistor e o tempo de piscada estava diferente.

No fim acabaram comprando outro (afinal, era bem mais fácil que ensinar uma criança a soldar componentes eletrônicos), mas aquele relê me ajudou a entender como a coisa funcionava.

Uma peça como essas não resinada é como um código fonte aberto ;-)

29 de maio de 2013

O mau da Mirage é a parte elétrica?

Miragentas e Miragentos! 

Quantos de vocês já não ouviram de alguém fazendo careta que o mau da Mirage é a parte elétrica? 

Pois é, eu sempre ouvi isso, da mesma forma que ouvi muito que o mau da Kansas era fundir o motor. Antes de comprar a Mirage eu fiquei até com o pé atrás, mas logo eu ter medo de elétrica? 

Pois bem, neste último fim de semana tive um problema que me deixou sem farol e lanterna, funcionava apenas luz de freio e farol alto pelo lampejador. Chegando em casa, descobri um fusível queimado e ao substituí-lo vi que o pisca esquerdo permanecia sempre ligado. 

E agora? 

Onde está a causa disso? 

Será que eu também sofri a maldição da pane elétrica?

Desconectei o pisca dianteiro, painel, testei outro relê, cacei fio a fio o que poderia estar em curto, então, lembrei que pela manhã, quando estávamos indo para o Tucuruvi, minha namorada comentou de um barulho de algo raspando, desconectei a parte traseira da moto e o pisca dianteiro esquerdo apagou, o problema estava localizado na traseira. 

A parte triste disso, é que eu já tinha até aberto a fiação principal buscando por algo bizarro, já que a elétrica dessa moto é tão mal falada. 

Pelo menos serviu para eu descobrir que havia uma fio com o isolamento gasto pelo atrito, isolei novamente e montei a fiação. 



Para proteger do atrito com a caixa, usei um “espiral organizador de fios” (aqueles usados para juntar aquele monte de fios do PC). Ficou um tanto justo ao montar de volta, mas acredito que não tenha mais problemas. 

Voltando ao problema em si, eu retirei o para lamas e aproveitei para apertar o suporte do sissi bar, algo que precisava fazer há meses. 

Aqui está a causa do problema, o pneu gastou o isolamento dos fios e como devem saber, fios desencapados tendem a se socializar muito facilmente. 

Os fios ficam ao lado do tubo, local que o pneu original não atingia, mas o novo atingiu. O pior é que eu fiz questão de comprar da mesma medida para não ter problemas, mas não adiantou. 

O fato é que existe a possibilidade de colocar o fio para cima e até passar por trás dos ferros, mas foi colocado no local onde fica mais exposto possível. 
Me lembrei de um professor de física do colegial (no meu tempo, colegial era um estágio da escola, não uma fantasia), ele sempre contava sobre erros de projetos e soltava a frase: 

“É por isso que eu vejo tanto engenheiro vendendo cachorro quente”. 

Pois é Teb, vai faltar pão pra tanto cachorro quente.


Foto de: tamirysrod.blogspot.com

Desmontei, isolei tudo de novo e montei de volta, mas dessa vez coloquei os fios para cima, para atingí-los agora será preciso gastar a armação do para-lamas. 



 Antes que venha um "ronbeiro" falar merda por aqui ("moto chinesa bibibi", "pago caro numa honba com orgulho bibibi"), ou que um defensor da Mirage ache que este post tem como propósito detonar a moto, quero deixar bem claro que apesar de a montagem do chicote na traseira dê corda para o azar, eu gostei da parte elétrica dela. 

Ela tem duas caixas de fusíveis (sim fusíveis, no plural), um principal e outro somente para as luzes, algo que nem sempre encontramos nas pequenas (inclusive uma certa 250cc famosa). E com um fusível reserva cada. 

Se isso tivesse acontecido em outra moto, possivelmente eu ficaria na rua, ou teria que fazer ela funcionar no tranco, sem contar que em alguns esquemas que vi por aí, notei que o fusível só protege a bateria e eu poderia agravar o problema por ligá-la, mandando para o Hades o retificador ou a fiação principal, e uma fiação principal, para essa moto, é mais de 300 Reais :P 

E eu nem "tem mais de oito ano que eu recebo Bolsa Família" ¬¬

Agora ela está pronta para rodar, com toda sua sujeira e mais um monte que deverá grudar nela até a próxima lavagem.