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15 de dezembro de 2014

Você já abraçou o seu CDI hoje?

Olá meus amigos.

O título deveria ser "você já desconfiou do seu CDI hoje", mas achei que do jeito que está ficou mais legal, então vai assim mesmo e bora tratar do que vim aqui falar.

O desfecho da história vocês já sabem, o CDI da Kansas estava bichado. O que vim contar aqui são os sintomas que a moto apresentou e que me fez desconfiar de diversos outros itens, até lembrar de um comportamento que ela havia apresentado quando o primeiro CDI apresentou problema.

Ao contrário do primeiro, este CDI rodou bastante tempo e foi apresentando problemas aos poucos.

Com isso, comecei a ter problemas de partida e desempenho, e de quem vocês desconfiam nessas horas?

Ele mesmo, o carburador.




Mexe daqui, mexe dali, revisei vela, cabo, cachimbo, filtro e até um fóssil de dinossauro, tive uma certa melhora, insatisfatória, mas era o que tinha, até que um dia a moto não deu partida por nada, só pegou no tranco.

No meio do caminho de volta pra casa, havia trânsito e caminhões nas 3 faixas da Rodovia Dutra, não tinha como passar e a moto apagou. Tive que empurrar para o acostamento, contando com a estupidez dos motoristas que precisavam avançar desesperadamente até a traseira dos respectivos caminhões que estavam a frente, com exceção de uma senhora, que aparentemente me deu passagem, mas repentinamente quase me atropelou, adivinha o que ela estava fazendo.




É, minha vontade foi exatamente essa.


Tranco em quarta dado (já que era subida), giro alto até chegar em casa, com sinais de mistura muito rica, sabe aquela quando o ronco da moto parece embriagado? Exatamente assim.

Dia seguinte a moto não liga por nada.

Carburador com ajuste padrão (antes estava com mistura rica), vela conferida de novo, cabo ok, tinha faísca, o que mais poderia ser? Será que entrou água no tanque?

Já me preparava para tirar gasolina da Mirage para fazer o teste, e nossa história voltou ao início, da outra vez ela falhava como se estivesse afogada, porém, bem menos sutil.

Portanto, dificuldade de partida, dificuldade de regulagem, desempenho ruim, consumo alto, podem ser um sinal de que o CDI já está com o pé na cova.

Sendo o CDI dessa moto uma peça barata, aconselho a ter sempre um de reserva contigo (não adianta nada ter ele de reserva em casa quando se está fora).

Futuramente tratarei de um problema crônico da Kansas que PODE ter influenciado na queima deste componente, assim como sua solução.

Abraço!

27 de dezembro de 2013

Dica pra quem tem banco inteiriço na Mirage 250

Uma das coisas mais chatas de trocar o banco original da Mirage 250 por um inteiriço, é que você perde a praticidade de acesso ao kit de ferramentas, fusíveis, etc.

Isso acontece devido ao fato de que você solta apenas o banco do piloto com a chave, deixando o do garupa no lugar dele. Quando você colocar o banco inteiriço, a banco fica preso na ferragem do banco traseiro, na trava da frente e no parafuso de 10mm logo atrás dele.

Isso inclusive levou ao antigo dono da minha moto a comprar um chave e prender no quadro, para quando fosse preciso pegar as demais ferramentas fora de casa.

Já queria colocar um parafuso com a ponta "borboleta" e fuçando nuns cacarecos vi um parafuso que poderia eliminar essa chave 10 presa ao quadro. 

O que eu tinha não era suficiente para alcançar a porca dentro do para lamas então fui a caça na loja de parafusos e levei a última unidade que estava perdida por lá.


Fotos publicadas em: http://www.alternativecruisers.com



20 de dezembro de 2013

Update na lista de peças da Mirage 250

Olá meus amigos!

Concluí uma etapa da pesquisa das peças paralelas/ compartíveis/ genéricas adaptáveis e etc da Mirage 250.

Ainda há muito a ser feito, tenho outras fontes a consultar, falta organização e ainda pretendo incluir outros tipos de informação, mas provisoriamente, ela já pode ajudar as pessoas.

Abraço!

19 de dezembro de 2013

5 de dezembro de 2013

Mau contato Miolo Mirage 250

Tive um problema com o miolo da ignição da Mirage, algo que não me fez parar na rua, nem ficar preso no trampo ou coisa do tipo, mas que às vezes enchia o saco. 

Algumas vezes virava a chave e a moto não ligava, eu recuava um pouco e tudo funcionava perfeitamente bem. 

Vi isso acontecer também em uma Roadwin, sendo ambas coreanas, pode ser que essa dica sirva para ela também. 

Desmontei e notei que havia uma meleca semelhante à graxa dentro da peça, limpei tudo e observei que o miolo tem um contato normalmente aberto e outro normalmente fechado, ou seja, quando você desliga a moto, você fecha o outro contato e quando liga você abre esse contato. 

Mas para que serve esse contato? 

Pra nada.

Inicialmente achei que não havia fio nele, mas ao retirar a fita isolante eu vi que sim, porém, não existe fio equivalente na fiação principal. Talvez algum alarme pudesse ser acionado por esses contatos, mas sinceramente, seria muito óbvio.

O que isso significa? 

Significa que se por algum motivo os contatos usados para ligar a moto estragarem e o lado oposto estiver bom, você só precisa desencaixar a peça, girar 180 graus e encaixar novamente.

3 de junho de 2013

Farol da Intruder 125 + LEDs.


O farol da Intruder já estava judiado e já estava perigoso rodar com ela dessa forma, o refletivo estava oxidado e o fato de ser selado, dificulta um bocado a limpeza da lente.
Deixamos um passeio de lado e fomos à caça de um globo novo, roda daqui, roda dali e encontramos um original por setenta pratas, mas não tinha a pronta entrega, rodamos mais e encontramos por cinquenta mangos, vinte reais menos caro que na loja anterior, mas beleza, peça original custa caro mesmo.

Aproveitamos e colocamos Led também, compramos um metro de fita que deu e sobrou, acabará sendo usado na lanterna como complemente e contingência da lâmpada traseira.

O led não tem um poder de iluminação muito bom, porém, ele é um ótimo sinalizador, com pouco consumo pode ser visto de longe e era essa a ideia, sinalizar para ser melhor visto no trânsito.

Aqui algumas etapas da montagem dos LEDs, vacilei ao não ter substituído o fio por um transparente que chamaria menos a atenção, mas agora já está colado.

Aqui as imagens do resultado, infelizmente não havia fotografado o antes.
LanternaFarol BaixoFarol Alto

Em um passado não tão distante, havia discutido no forumais sobre substituir o globo da Kansas 150 pelo da Intruder, algo que poderia ser prejudicial ao corpo do farol devido ao peso da lente que é de vidro, porém, este novo globo é bem leve, e embora pareça muito com vidro, não é.

Então temos uma peça a mais compatível com a Kansas, bastando gastar um pouco o aro para que este globo encaixe, basicamente o mesmo procedimento que seria utilizado para adaptar o globo da brasília.

As imagens foram feitas utilizando uma Philips Crystal Vision, lâmpada que eu já havia comentado em outro post.

29 de maio de 2013

O mau da Mirage é a parte elétrica?

Miragentas e Miragentos! 

Quantos de vocês já não ouviram de alguém fazendo careta que o mau da Mirage é a parte elétrica? 

Pois é, eu sempre ouvi isso, da mesma forma que ouvi muito que o mau da Kansas era fundir o motor. Antes de comprar a Mirage eu fiquei até com o pé atrás, mas logo eu ter medo de elétrica? 

Pois bem, neste último fim de semana tive um problema que me deixou sem farol e lanterna, funcionava apenas luz de freio e farol alto pelo lampejador. Chegando em casa, descobri um fusível queimado e ao substituí-lo vi que o pisca esquerdo permanecia sempre ligado. 

E agora? 

Onde está a causa disso? 

Será que eu também sofri a maldição da pane elétrica?

Desconectei o pisca dianteiro, painel, testei outro relê, cacei fio a fio o que poderia estar em curto, então, lembrei que pela manhã, quando estávamos indo para o Tucuruvi, minha namorada comentou de um barulho de algo raspando, desconectei a parte traseira da moto e o pisca dianteiro esquerdo apagou, o problema estava localizado na traseira. 

A parte triste disso, é que eu já tinha até aberto a fiação principal buscando por algo bizarro, já que a elétrica dessa moto é tão mal falada. 

Pelo menos serviu para eu descobrir que havia uma fio com o isolamento gasto pelo atrito, isolei novamente e montei a fiação. 



Para proteger do atrito com a caixa, usei um “espiral organizador de fios” (aqueles usados para juntar aquele monte de fios do PC). Ficou um tanto justo ao montar de volta, mas acredito que não tenha mais problemas. 

Voltando ao problema em si, eu retirei o para lamas e aproveitei para apertar o suporte do sissi bar, algo que precisava fazer há meses. 

Aqui está a causa do problema, o pneu gastou o isolamento dos fios e como devem saber, fios desencapados tendem a se socializar muito facilmente. 

Os fios ficam ao lado do tubo, local que o pneu original não atingia, mas o novo atingiu. O pior é que eu fiz questão de comprar da mesma medida para não ter problemas, mas não adiantou. 

O fato é que existe a possibilidade de colocar o fio para cima e até passar por trás dos ferros, mas foi colocado no local onde fica mais exposto possível. 
Me lembrei de um professor de física do colegial (no meu tempo, colegial era um estágio da escola, não uma fantasia), ele sempre contava sobre erros de projetos e soltava a frase: 

“É por isso que eu vejo tanto engenheiro vendendo cachorro quente”. 

Pois é Teb, vai faltar pão pra tanto cachorro quente.


Foto de: tamirysrod.blogspot.com

Desmontei, isolei tudo de novo e montei de volta, mas dessa vez coloquei os fios para cima, para atingí-los agora será preciso gastar a armação do para-lamas. 



 Antes que venha um "ronbeiro" falar merda por aqui ("moto chinesa bibibi", "pago caro numa honba com orgulho bibibi"), ou que um defensor da Mirage ache que este post tem como propósito detonar a moto, quero deixar bem claro que apesar de a montagem do chicote na traseira dê corda para o azar, eu gostei da parte elétrica dela. 

Ela tem duas caixas de fusíveis (sim fusíveis, no plural), um principal e outro somente para as luzes, algo que nem sempre encontramos nas pequenas (inclusive uma certa 250cc famosa). E com um fusível reserva cada. 

Se isso tivesse acontecido em outra moto, possivelmente eu ficaria na rua, ou teria que fazer ela funcionar no tranco, sem contar que em alguns esquemas que vi por aí, notei que o fusível só protege a bateria e eu poderia agravar o problema por ligá-la, mandando para o Hades o retificador ou a fiação principal, e uma fiação principal, para essa moto, é mais de 300 Reais :P 

E eu nem "tem mais de oito ano que eu recebo Bolsa Família" ¬¬

Agora ela está pronta para rodar, com toda sua sujeira e mais um monte que deverá grudar nela até a próxima lavagem.

4 de março de 2013

Rosca espanada VS Helicoil

Você provavelmente já se deparou com uma situação em que a rosca de uma peça espanou e não há a menor possibilidade de utilizar um parafuso maior, por questão de estética ou mesmo de espaço. A peça está em ordem, mas apenas aquela rosca foi para a casa do chapéu.

Pois bem, eu tive esse problema no manicoto esquerdo da Kassandra, logo no início, quando tentei ajustar a altura. Tentei travar com super bonder, araldite e nada.


Em uma revisão (quando eu fazia essas coisas) a moto voltou com um parafuso maior e uma cola meio esquisita.


Funcionou, meia boca mas funcionou, que se dane, deixa assim.


Porém, hoje precisei tirar o guidon CB 400 II para testar na Intruder e na Mirage (que ficou uma bela porcaria em ambas), então aproveitei para arrumar, e para isso utilizei o Helicoil.


Pois bem, meu amigo Jeff do “
Minha Primeira Moto” já usava isso há 30 anos e eu achando que essa paradinha era novidade.

 

Bom, vamos ao trabalho.

Essas foram as ferramentas que eu utilizei, além destas, utilizei a furadeira (é um tanto óbvio), a chave do parafuso, no caso a de 8 mm e uma chave de fenda bem fina.


Primeiro eu aumentei o furo, com cuidado para não furar demais e atravessar a peça ;-)

Detalhe para os pedaços de metal voando.
Deixei o furo maior

Depois fiz a rosca na medida do helicoil.



Então coloquei o helicoil lá dentro utilizando a chave de fenda.

Existe uma ferramenta específica para instalar o helicoil, só que na loja onde eu fui custava 80 pratas, por isso improvisei com a chave de fenda.

Aprendi as duras penas (de duas molas estragadas) que precisa girar isso bem na manha, caso contrário, você pode quebrar o pino que serve justamente como base para girar a mola ou ainda encavalar a mola e a rosca ficar torta.


Serviço rápido e firme, demorou mais pegar as ferramentas e depois guardar (essa parte sempre demora mais) que o trampo em si.

23 de fevereiro de 2013

Cabo de embreagem


Há algum tempo passei por uma situação que quase me deixou na rua por causa de uma peça simples e barata (acho que custa menos de vinte pratas). Subi na moto, puxei a embreagem e senti um estalo, na hora nem me liguei mas quando comecei a andar vi que a embreagem tinha baixado.

"ihhhhh fudeu"

Por sorte consegui chegar em casa e no caminho tentei comprar um cabo novo.

Só tinha da Comet...

Beleza, arranquei uma parte do acabamento da frente do tanque, passei o cabo por trás do guidon e dei a volta por cima do filtro de ar, consegui me virar pelo menos até chegar o cabo certo.
Aproveitei e comprei dois e esse cabo reserva vai passear comigo daqui pra frente.

A parte legal da brincadeira é que descobri que o cabo da Comet 250 GTR serve na Intruder 125 e que se quiser colocar um "seca" nela o cabo de embreagem da Mirage 250 é uma opção. 

21 de dezembro de 2012

Primeiro charme de Agnes

Post longo, mas se não tiver paciência para ler tudo, olhe a conclusão. 

Senta que lá vem história.

Depois do segundo PE do passeio de Araras, notei que a moto estava beberrona, sendo que até abastecer no shopping internacional, meu consumo foi de 26 km/l, caindo no segundo abastecimento para apenas 22 km/l.
Se eu tivesse andado de cabo enrolado, não acharia estranho, mas eu andei acompanhando por um tempo a Kansas do Edifrans e por outro a Apache do Wagner, ambas 150.

De início achei que o consumo tivesse aumentado por ter esquecido de usar a quinta marcha por um bom tempo.

De noite, pra variar peguei a entrada errada e acabei desviando meu caminho, enfim, me perdi, a moto entrou na reserva e completei.

Em um semáforo começou a sair fumaça do motor, e eu desconfiei que tivesse enchido demais e que a gasolina tivesse escorrido pelo dreno e que tivesse algum problema nele que tivesse deixando a gasolina ir para cima do motor, mas na porta de casa tive mais uma nuvem de fumaça e muito cheiro de gasolina.

Pois bem, terça feira tomei vergonha na cara e arranquei o tanque, o cano do dreno tinha uma folga, mas nada que pudesse causar aquilo, fora que o motor estava lavado de gasolina, tanto que tinha mancha de combustível do lado esquerdo do motor, e o cano do dreno fica do lado direito.

Fuça daqui, fuça dali e então chego a ela:

A Conclusão

A mangueira de combustível estava molhada e ao afastar, veja só por onde o combustível vazava.



Esse buraco provavelmente foi causado pelo atrito da mangueira com esta caixa plástica, o que me parece um problema que pode acontecer em outras motos também.
Por isso aconselho a quem puder, conferir a situação dessa mangueira e evitar assim riscos a sua segurança, pois poderia ter pegado fogo na moto.

O tanque da Mirage sai muito fácil, você nem mesmo precisa desconectar a mangueira de combustível ou os fios, basta levantar um pouco e conferir as mangueiras.  

14 de dezembro de 2012

Carburador Novo

Este post eu retomei depois de uma pergunta do Danny Rodrigues sobre a adaptação do carburador de CG Today na Kansas 150. Pois só mostrei o resultado da troca sem mostrar o processo. 

O processo é bem simples, basicamente tira um carburador e coloca outro, mas precisa trocar o cabo também caso utilize um com o tal sistema ECCO.

O carburador da minha Kansas nunca prestou, desde o início foi problemático, mas de uns tempos pra cá tem sido muito,  muito pior. Chegava ao ponto de ligar lá pela décima tentativa. 

Paguei menos de 90 pratas nos dois lá na Maufa e bate perfeitamente com o coletor de  admissão e com o duto de ar.

Precisa apenas de duas adaptações, que é trocar com o carburador original o sistema de acionamento do afogador e cortar um pouco da mangueira que liga o motor com a caixa do filtro de ar para que não fique encostando no carburador. O restante é "plug and play".

Essa mangueira logo abaixo do carburador, fica batendo e provavelmente irá desgastar, então basta cortar um pouco da ponta e deixá-la um pouco mais baixa. Mais pra frente irei postar a merda que dá com mangueira atritando.

O carburador que comprei é muito parecido com este:


 
Então soltamos esse parafuso da lateral, retiramos a "lata" e a alavanca de acionamento original e utilizamos essas partes do carburador original da Kansas mais a mola:

   

 

No primeiro teste ela não foi bem, pois havia molhado o filtro de ar (e a vedação dele será assunto para outro post), depois que secou notei que a moto ficou com o funcionamento melhor.

Eu nem havia regulado nada e já notei melhora, agora vamos para a etapa de ir acertando os ajustes dele.

Logo de início, já vi que deveria ter trocado isso antes...

2 de dezembro de 2012

ERA DISSO QUE EU ESTAVA FALANDO!

Era disso que eu estava falando quando dizia na concessionária que a moto tinha dificuldade na partida.

 

Até consegui alguma melhora depois da primeira etapa deste vídeo, mas nunca algo tão significativo quanto o resultado após a troca do carburador pelo paralelo da CG Today.

Peça paralela melhor que a original hein.

Como diria o Boris:
"Isso é uma vergonha"

11 de novembro de 2012

Moto de açúcar

Muita gente já disse que a Kansas era uma moto de açúcar, pois basta chover e os problemas aparecem.
Fato!
Já tive problemas com o pisca alerta que disparava e o clássico problema do motor morrendo.
O problema do pisca foi resolvido como o nosso velho amigo WD-40 (WD±40 é outra coisa).
Bastou lavar toda aquela porcaria que tinha lá dentro do punho e nunca mais disparou.


E se aquilo não era grafite, era algo muito parecido.
Mas o pisca disparado que se dane, o problema mesmo é a moto apagar.
PQP! Você compra algo para te levar e você acaba levando ela.

Um dos problemas mais comuns é o cano do carburador que costuma vir muito comprido e acaba aspirando água por baixo da moto.
Mas semana passada eu me lasquei duas malditas vezes na chuva, mesmo com a mangueira mais curta.



É o caninho de baixo.

Agora estou tentando de tudo para resolver esse problema, estou vedando tudo o que estou vendo pela frente.
Depois que eu resolver esse problema, poderei desviar o filtro de ar para o alto e conseguirei até andar debaixo d´água :P
Daí fiquei pensando se não foi essa a idéia do dono dessa Sporster:

7 de novembro de 2012

Cilindro do Freio Dianteiro

Recentemente tive problemas com o freio dianteiro e quase me acidentei pela falta dele.

Curiosamente, havia feito a sangria do freio pouco tempo antes, então comecei a desconfiar de defeitos.

Aqui começou a história...

Inicialmente desconfiei do flexível, mas conversando com o Jeff do Minha Primeira Moto, ele me disse que provavelmente o problema estava no cilindro, não no flexível.

Conferi tudo e de fato o problema era esse.

Peguei a peça, enrolei num jornal da Universal que um abençoado irmão ¬¬ deixou na minha porta e levei para uma moto peças.

Lá encontraram o reparo da NX200, que era idêntico.

Mas o resultado não foi muito bom, pois o pistão estava travando no cilindro, não ficou muito legal.

Ainda tentei limpar, mas ainda assim não ficou bom.

Fora que nessa brincadeira ainda precisei trocar o visor, deu um baita trabalho, no fim, minha paciência foi para o mesmo lugar que o freio: Para o além.

Me enchi daquilo e comprei um cilindro completo da CG 150 na Maufa, paguei 50 pratas.

Eis a peça:


Ok, a peça é preta enquanto a original é prata, grande merda, poderia ser rosa, funcionando é o que importa.

Fora que posso usar spray para dar um jeito nisso.

Agora os comparativos das peças de cada um:
Entre os manetes, podemos notar alguma diferença no formato, coisa boba, mas que na hora de adaptar pedaço de um no outro requer alguma atenção, mas isso falarei no próximo post, senão isso ficará um saco de ler.
 Sensor da luz de freio, o Will já tinha comentado sobre essa peça no forum.
Note que é praticamente a mesma peça, apenas o pino que encosta no manete é um pouco menor na peças original da ZongShen.
Aqui o parafuso de fixação do flexível, ambos são idênticos, porém, as aruelas que vem no kit da CG 150 tem uma borracha na brda interna, acredito que isso faça diferença na vedação, afinal, ninguém colocaria isso só pra gastar material.
Aqui ambos os manicotos vistos de cima, peças com quase o mesmo tamanho.
Não cheguei a comparar medidas, mesmo pq o principal é a medida da parte da fixação no guidon e não ter a fixação do flexível muito fora do original.


Aqui ambas as peças completas lado a lado:
 O manete da CG é ligeiramente menor, mas isso pode ser corrigido movimentando a peça um pouco para a esquerda em relação a posição da peça original.
Estou usando isso há duas semanas e não tenho reclamações.