13 de janeiro de 2013
21 de dezembro de 2012
Primeiro charme de Agnes
Post longo, mas se não tiver paciência para ler tudo, olhe a conclusão.
Senta que lá vem história.
Depois do segundo PE do passeio de Araras, notei que a moto estava beberrona, sendo que até abastecer no shopping internacional, meu consumo foi de 26 km/l, caindo no segundo abastecimento para apenas 22 km/l.
Se eu tivesse andado de cabo enrolado, não acharia estranho, mas eu andei acompanhando por um tempo a Kansas do Edifrans e por outro a Apache do Wagner, ambas 150.
De início achei que o consumo tivesse aumentado por ter esquecido de usar a quinta marcha por um bom tempo.
De noite, pra variar peguei a entrada errada e acabei desviando meu caminho, enfim, me perdi, a moto entrou na reserva e completei.
Em um semáforo começou a sair fumaça do motor, e eu desconfiei que tivesse enchido demais e que a gasolina tivesse escorrido pelo dreno e que tivesse algum problema nele que tivesse deixando a gasolina ir para cima do motor, mas na porta de casa tive mais uma nuvem de fumaça e muito cheiro de gasolina.
Pois bem, terça feira tomei vergonha na cara e arranquei o tanque, o cano do dreno tinha uma folga, mas nada que pudesse causar aquilo, fora que o motor estava lavado de gasolina, tanto que tinha mancha de combustível do lado esquerdo do motor, e o cano do dreno fica do lado direito.
Fuça daqui, fuça dali e então chego a ela:
A Conclusão
A mangueira de combustível estava molhada e ao afastar, veja só por onde o combustível vazava.
Esse buraco provavelmente foi causado pelo atrito da mangueira com esta caixa plástica, o que me parece um problema que pode acontecer em outras motos também.
Por isso aconselho a quem puder, conferir a situação dessa mangueira e evitar assim riscos a sua segurança, pois poderia ter pegado fogo na moto.
O tanque da Mirage sai muito fácil, você nem mesmo precisa desconectar a mangueira de combustível ou os fios, basta levantar um pouco e conferir as mangueiras.
Senta que lá vem história.
Depois do segundo PE do passeio de Araras, notei que a moto estava beberrona, sendo que até abastecer no shopping internacional, meu consumo foi de 26 km/l, caindo no segundo abastecimento para apenas 22 km/l.
Se eu tivesse andado de cabo enrolado, não acharia estranho, mas eu andei acompanhando por um tempo a Kansas do Edifrans e por outro a Apache do Wagner, ambas 150.
De início achei que o consumo tivesse aumentado por ter esquecido de usar a quinta marcha por um bom tempo.
De noite, pra variar peguei a entrada errada e acabei desviando meu caminho, enfim, me perdi, a moto entrou na reserva e completei.
Em um semáforo começou a sair fumaça do motor, e eu desconfiei que tivesse enchido demais e que a gasolina tivesse escorrido pelo dreno e que tivesse algum problema nele que tivesse deixando a gasolina ir para cima do motor, mas na porta de casa tive mais uma nuvem de fumaça e muito cheiro de gasolina.
Pois bem, terça feira tomei vergonha na cara e arranquei o tanque, o cano do dreno tinha uma folga, mas nada que pudesse causar aquilo, fora que o motor estava lavado de gasolina, tanto que tinha mancha de combustível do lado esquerdo do motor, e o cano do dreno fica do lado direito.
Fuça daqui, fuça dali e então chego a ela:
A Conclusão
A mangueira de combustível estava molhada e ao afastar, veja só por onde o combustível vazava.
Esse buraco provavelmente foi causado pelo atrito da mangueira com esta caixa plástica, o que me parece um problema que pode acontecer em outras motos também.
Por isso aconselho a quem puder, conferir a situação dessa mangueira e evitar assim riscos a sua segurança, pois poderia ter pegado fogo na moto.
O tanque da Mirage sai muito fácil, você nem mesmo precisa desconectar a mangueira de combustível ou os fios, basta levantar um pouco e conferir as mangueiras.
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18 de dezembro de 2012
Escolha feita
Depois de ouvir bastante gente, ouvir opiniões prós e contras, acabei tomando minha decisão.
Estava entre dois modelos, mas um deles infelizmente não me senti a vontade de comprar para o ladrão, então optei pela Kasinski Mirage 250, que embora eu estivesse correndo da EFI, acabou aparecendo um bom negócio com uma 2011.
Fui ver a moto, dei uma volta, olhei daqui, olhei dali e fez uma carinha que me convenceu.
Por isso, se chamará Agnes : - )
Só espero agora não depender muito de Concessionária, que foi justamente o que me falaram mal sobre esta marca.
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